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Sacramento Kings

E AGORA KINGS?!

Depois de uma temporada animada, é hora de conquistar a grandeza

Fala Kingada tudo em paz na realeza?!

Confesso que já não lembrava como era disputar uma temporada de forma competitiva, e não começar o ano pensando em quem vamos escolher no top 5 de mais um draft.

Os Kings pegaram o mundo da NBA de surpresa, e se apresentaram como um dos times mais divertidos de se assistir, e dessa vez pelos motivos certos.

Com um dos elencos mais jovens, e liderados por D’aron Fox, vimos um jogo de explosão e velocidade como nunca se viu antes.

Com todos da mídia e do público, apostando nos melhores cenários em um time de 19 a 22 vitórias, A molecada calou muita gente, e entregou 39 vitórias. Pode parecer pouco, mas não é.

Esse foi o maior número de vitórias em uma temporada regular, desde a longínqua temporada de 2005/2006, ultima visita da franquia nos Playoffs.

Durante muitos momentos, se pensou de maneira real, na possibilidade desse time conquistar a uma vaga no dificílimo Playoffs do OESTE.

O time que vinha forte até o meio da temporada, quebrou seu ritmo depois do all star break, e derrotas duras foram determinantes no ultimo esforço para a tão sonhada volta aos offs.

Em teoria, ao avaliar a temporada, é claro que o saldo é muito positivo.

Kings finalmente pode finalmente se orgulhar por ter achado deu Franchise Player

Mais que as 39 vitórias, os fãs viram o crescimento antecipado das suas estrelas, e em especial de seu líder D’Aron Fox, que conseguiu de maneira objetiva transformar sua velocidade absurda, em um estilo próprio de jogo dando fluidez e envolvendo todos os jogadores do time. Depois dele, tivemos Buddy Hield que se provou um dos melhores arremessadores da NBA. e do Rookie que mesmo com poucos minutos em quadra trazia muita explosão e energia.

Estamos testemunhando o nascimento de um All Star.

Foi muito importante ver o salto de Fox e Hield, que juntos colocaram um time com um elenco de apoio apenas mediano em uma posição de competir contra todos os demais times.

Hield se estabeleceu como um dos melhores arremessadores da Liga.

Bjelica e Yogi e Iman Shumpert, fizeram uma ótima primeira metade do campeonato, já Bogdanovic, que vinha de uma excelente temporada de Rookie, alternou bons e maus momentos.

Giles sempre que teve chances, trouxe a energia e alegria de um Rookie que mostra um potencial que nem ele sabe até onde pode chegar.

E um jogador que o time e os fãs esperavam muito nessa temporada, simplesmente não vingou. Willie Cauley-Stein entrou na em seu ultimo ano de contrato de Rookie falando que estava disposto a fazer o preciso para receber uma renovação gorda, e um cheque com muitos zeros!

WCS não deixará saudades.

Porém em quadra, o que vimos foi um jogador inconstante, em vários momentos, sem o foco para o que realmente importava, as necessidades do time.

Kings foi um dos piores times da liga defendendo o garrafão e em rebotes, defensivos e ofensivos.

A falta de um C pra fazer o trabalho sujo fez muita falta para esse time.

Ao final da temporada, muitos acreditavam que os Kings deveriam se dar por satisfeitos, haja visto todas as vergonhas de anos passados. Porém, Vlad e sua comissão acreditam suas vidas nesse projeto. E perceberam que o trabalho realizado pelo Coatch Joerger tinha atingido seu teto. E é chegada a hora de alcançar outro nível. Ta na hora de conquistar voos maiores que apenas ficar feliz por não ser mais o patinho feio.

Joerger fez um trabalho sólido, conseguiu dar uma identidade de jogo ao time, fez de Fox um líder em quadra. Colocou o time render acima do esperado. Porém, deixou a desejar em vários aspectos.

Problemas na rotação do time, insistência com jogadores veteranos que roubavam minutos dos jovens, péssimas chamadas em momentos finais de jogos, e um dos principais problemas foi a dificuldade de lidar com Marvin Bagley.

Bagley conquistou seus minutos, e mostrou que veio pra dominar

A mídia de Sacramento noticiou que o professor queria Doncic, na pick 2. Logo, a escolha do Bagley já criou um mal star de saída. Causou muita estranheza a demora para colocar o menino em quadra. muito se dizia que eles quase não se falavam. E que o técnico não tinha muita paciência com os mais novos.

E quando Bagley teve a chance de jogar com consistência em minutos, mostrou que deveria estar jogando a mais tempo. O moleque é diferente, e todos puderam ver que temos um talento absurdo em nosso roster. Ficou um gosto amargo, em que Bagley poderia ter jogado muito mais.

Somando tudo, Vlad se despede do antigo treinador e vai atrás do nome que sempre foi pretendido e agradou em Sacramento. Luke Walton.

Walton um desejo antigo de Vlad finalmente chegou para liderar a franquia em quadra

Walton vem com a marca de ser um “players coach” querido no vestiário, e com a experiência de ser assistente de Steve Kerr, e vinha fazendo um ótimo trabalho antes da chegada do circo Lebron James em LA. Agora ele tem a missão mais difícil de sua carreira, transformar esse jovem time, em um contender no INSANO Oeste.

Na próxima, vamos falar sobre Draft, Free Agency e expectativas para a temporada.

Se você é um fã dos Kings, junte se a nós! O reino nunca esteve tão forte, e você não está sozinho.

Go Kings!

#NBADAMASSA #KINGSDAMASSA

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