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Nashville PredatorsSem classificação

JANEIRO SERÁ DURO PARA OS PREDS E ESTAMOS RESPONDENDO

O mês de Janeiro é o mais duro para a franquia da cidade da música nesta temporada. Teve início com um back-to-back na virada do anos dias 31/12 e 01/01 contra os Capitals fora e Flyers em casa respectivamente. Além disso o mês ainda reserva 12 jogos sendo apenas 4 em casa. Vindo de um retrospecto negativo de 10 derrotas fora de casa sendo 0-8-2. Como se não bastasse isso, as lesões continuam tirando o sono do torcedor jogo sim, jogo não tem sempre alguém preocupando. Tudo isso ainda leva à 2 back-to-back em menos de uma semana na road trip que iniciou na última sexta-feira em Detroit, passou por Montréal no sábado, folga no domingo, e vamos à Toronto na segunda-feira (07/01). Partimos para Chicago e Columbus dias 09/01 e 10/10 respectivamente. Então apertem os cintos que vamos viajar bastante.

Nashville Predators 6 – 3 Washington Capitals (31/12)

Como dito, iniciou-se em Washington na capital, em noite que os Predators levaram suas mamães à capital dos EUA para acompanhar seus rapazes voltarem de um 3-1 na metade do segundo período, anotando cinco gols sem resposta. Fizemos um trabalho fantástico defensivo, quarta linha trabalhou com grande esforço para retornarmos ao jogo e fazer jus à nossa performance com uma grande vitória sobre os atuais campeões da Stanley Cup.

Cinco minutos jogados, vitória de faceoff na nossa zona defensiva e Kempny dispara da linha azul e conta com desvio para abrir o placar para os donos da casa. Quatro minutos mais tarde, boa transição e boa jogada de John Carlsson passando para Jakub Vrana ampliar. Rinaldo na borda do gelo joga o puck em direção ao gol e Rocco Grimaldi desvia e vai para o fundo das redes diminuindo 0:23 segundos depois. No momento do gol de Grimaldi, sua mãe foi às lágrimas na Capital One Arena. Nós trabalhávamos muito bem defensivamente, protegendo muito bem Pekka Rinne, embora o déficit no placar, nós éramos melhores. Já no segundo período, Stephenson amplia em uma jogada que iniciou com Holtby encontrando Smith-Pelly em excelentes condições no 2-on-1 para fazer o terceiro dos donos da casa. Respondemos rápido recuperando o disco ainda na zona defensiva dos Caps, e Salomäki diminui novamente. Pouco depois, faceoff vencido na zona ofensiva, Holtby não segura o disco e Joey aproveita pra empatar. Mais uma vez a quarta linha aparecendo virando o jogo com Freddy Gaudreau aproveitando rebote de Grimaldi. Entrando no terceiro, Arvidsson ganha o puck na zona neutra dá um bom passe para Joey deixar lindo para Ryan Ellis ampliar o placar. Em uma oportunidade 5-on-3, ão nos esforçamos muito, trocamos passes com paciência e um lindo passe do Joey para Arvy ampliar, 6-3 e fechar o caixão na capital e fim dessa sequência horrível.

Philadelphia Flyers 0 – 4 Nashville Predators (01/01)

Arvidsson cada vez mais ídolo, ovacionado na Bridgestone Arena (Foto: John Russel/via Getty Images)

Na volta à Nashville, Arvidsson anota duas vezes e o primeiro gol de Grimaldi em Smashville ajudam os Preds a vencer a segunda seguida. Saros foi maravilhoso com 32 defesas uma melhor que a outra e contando com a sorte com quatro pucks na trave para sair com o shutout. Mais uma grande atuação defensiva e da quarta linha e continuamos consistentes nesse aspecto.

As duas defesas estavam bem, quebrando as linhas, mas os Flyers eram mais perigosos na zona ofensiva. Assim passamos o primeiro período, zero penalidades, zero gols, muita batalha e Saros fazendo as defesas mais difíceis. O segundo período começou mais enérgico e os Flyers acertam a trave de Saros, respondemos com ações na zona ofensiva até que Kevin Fiala faz uma grande transição e com paciência encontra Craig Smith livre na slot para anotar o primeiro gol do jogo. Grande jogada ofensiva, agressivos até Hartman e Joey trabalharem para Arvy ampliar o marcador, num belo gol e a multidão na arena soando “Arvy, Arvy, Arvy…”. Ryan Ellis na zona neutra faz a interceptação e deixa Arvidsson livre na zona ofensiva para anotar o terceiro dos Preds e seu segundo gol na noite. Descendo da metade do período Grimaldi recupera o puck na zona defensiva passa para Rinaldo devolver para Grimaldi anotar o quarto tento. 32 defesas para nosso querido Juice na vitória por shutout.

Nashville Predators 3 – 4 Detroit Red Wings (04/01)

No primeiro jogo dessa dura road trip de 6 jogos com 2 back-to-back, saímos perdendo e de forma apática ofensivamente. Com mudanças no linup, estréia de Di Giuseppe, volta de P.K. Subban, Ryan Hartman na primeira linha não tivemos ações ofensivas, embora os três gols, não entramos na zona ofensiva frustrando o torcedor na derrota, após melhorando jogo após jogo. Pekka salvou roubando um ponto para Nashville.

Jogo frio no início, passamos da metade do período e nenhum disparo à gol. Embora não fizéssemos um jogo ruim defensivamente, faltava ser mais agressivos na hora de atacar, e quem mais além de Rocco Grimaldi é mais chato para roubar pucks? Mais um gol, em que, Grimaldi gerou turnover e ficou com a assistência no tento do P.K. Subban. Foi a única vez que entramos na zona ofensiva. Já no início do segundo Ryan Ellis dispara da blue line, ninguém pegou o rebote, Craig Smith aproveitou para ampliar. Mas não demora a resposta de Detroit com uma vitória de faceoff ainda em nossa zona ofensiva, para grande jogada de Athanasiou terminar na infelicidade de Pekka diminuindo placar. Miikka Salomäki sofre um duro hit na borda do gelo de Witkowski e vai para o vestiário sob protocolo de concussão, não retornou ao jogo e nada foi divulgado oficialmente. Thomas Vanek empata. Voltamos à frente com Anthony Bitetto mas foi anulado, muito mal anulado, por interferência no goleiro. Mas não há nada que impeça Howard de fazer a defesa. Mas eles insistem nisso em nos roubas alguns golzinhos de vez em quando. No terceiro, continuamos com o mesmo “jogo”, se é que dá pra se dizer assim. Não tínhamos ações ofensivas, simplesmente nulo, como foi ao longo do jogo embora os dois gols. Primeira parada e os Red Wings seguem nos incomodando e Pekka se virando, Bitetto perdeu o puck e eram 3-on-0 para Rinne, e o que ele fez? Outro milagre! Descíamos da metade do período e uma vitória de faceoff em nossa zona defensiva, boa jogada que terminou no gol de Bertuzzi, virando o placar e frustrando nossa torcida. O jogo seguiu mais do mesmo. Tiramos Pekka num movimento de pouco sucesso para os Preds, no entanto, Joey levou o jogo para o OT, acendendo a esperança do torcedor para vitória.

Mas não foi bem assim que aconteceu, já que Joey cometeu penalidade no início do overtime. Fizemos um trabalho incrível durante o LONGO penalty kill, e conseguimos sobreviver, mas realmente era uma noite infeliz, quando Larkin anotou o gol vencedor. Frustrante, pois a forma apática como jogamos ofensivamente, realmente me chamou atenção. Tudo bem que não vínhamos de uma sequência positiva ofensivamente, embora os 6 gols contra os Caps e os 4 contra os Flyers, ficamos devendo, e dessa vez foi nossa pior performance ofensiva nos últimos anos sem dúvida. Muito apático.

Nosso treinador soltou os cachorros depois do jogo, coberto de razão quando diz que se decepcionou com os jogadores.
Peter Laviolette: “Foi horrível. Perdemos todas as batalhas de puck entre 50 e 50. O nosso goleiro foi incrível esta noite, do jeito que ele jogou. Tivemos três ou quatro caras que apareceram para competir em alguns discos, e nós tivemos 15 que não. Você está nunca vai ganhar assim. É impossível. É muito, muito, muito decepcionante o quão suave nós éramos.”

Ele diz: “três ou quatro caras que apareceram para competir”, pra quem viu o jogo sabe muito bem quem são os jogadores que ele preservou. Sem dúvida Rocco Grimaldi, que é incansável e foi nosso melhor jogador no gelo. Austin Watson, nosso guerreiro maior. Viktor Arvidsson e seu empenho em estar 100%, e claro, Pekka Rinne, que, eu nem preciso dizer que é o responsável por milagres e pelo nosso pontinho arrancado em Detroit.

Nashville Predators 4 – 1 Montréal Canadiens (05/01)

Juuse Saros e toda equipe foram sólidos nesta noite (Foto: François Lacasse/via Getty Images)

Novas alterações entre as linhas e a disposição parecia ter mais química. Uma vitória dos bons tempos, incisivos na zona ofensiva, agressivos, vencendo batalhas apesar do bom jogo físico dos Habs, um novo contraste em relação à Detroit. Subban anotou duas assistências e chegou à 300 na carreira. A volta de Colton Sissons fundamental para a formação. Continuamos consistentes defensivamente, mesmo em meios às derrotas, sempre mantivemos o empenho defensivo. Mais uma apresentação espetacular de Juuse Saros que agora soma 106 disparos sofridos para 103 defesas nos últimos três jogos, com 0.8 gols sofridos por jogo e 97.2% de defesas nos últimos 3 jogos.

Metade do período, nítida melhora em relação ao último jogo, partindo para o ataque, vencendo batalhas, recuperando pucks e incisivos na zona ofensiva. Vitória de faceoff, disparo da blue line, Smith aproveita para abrir o placar. Mais uma grande jogada de Rocco Grimaldi para o de Mattias Ekholm que nos deu dois em vantagem no marcador. No segundo período, tivemos a “lei do ex”, e Shea Weber anota para os Habs. Resposta rápida com Craig Smith 18 segundos depois num bom trabalho atrás do gol no wrap-around para fazer o gol. Metade do período o jogo um pouco devagar em ralação aos dois períodos anteriores. O ritmo não era o mesmo mas os Habs eram melhores no terceiro. Faltando 2:32 minuto por jogar os Habs tiram Price e Arvidsson sela a vitória.

Rocco Grimaldi consistente desde o início da temporada, está se sentindo à vontade na zona ofensiva e tem pontuado merecidamente. (Foto: John Russel/via Getty Images)

Nós estamos sentindo as ausências e as constantes mudanças no lineup, mas mantemos um desempenho defensivo formidável. Nas derrotas para Dallas (2-0) e Rangers (4-3) dias 27 e 29 respectivamente já havíamos melhorado e poderíamos ter saído vencedores em ambas. Rocco Grimaldi é incansável, tem sido consistente desde o início da temporada, um exímio perseguidor e gerador de turnovers e muitos deles terminam em gol ou em lance de perigo. Adquirindo confiança, jogo após jogo, não apenas em si, mas também de toda equipe e principalmente Laviolette, o jogador tem sido fundamental no gelo nas 3 zonas do gelo se tornando o pilar da nossa quarta linha que dispensa comentários.

Temos uma quarta linha que vai além de uma linha de energia. O que os jogadores como Grimaldi, Freddy Gaudreau, Miikka Salomäki entrega no gelo é incrível, enfrentando de igual para igual as linhas adversárias superiores e os principais pares defensivos. Até mesmo o ogro do Zac Rinaldo às vezes vai bem, embora tenha caído bastante.

No primeiro dia do ano, nós adicionamos Pillip Di Giuseppe que veio do Carolina Hurricanes via waivers e estreou contra os Red Wings. Com tantas baixas, Phillip é uma boa peça para suprir essas abstenções, fez uma estréia sem se esconder, registrou 3 hits e 3 bloqueios e na minha visão, seu jogo é perfeito para a nossa quarta linha e nosso chefe observou o mesmo e no jogo seguinte fez essa opção.

Ainda tivemos o anúncio de que Roman Josi e Pekka Rinne foram eleitos para o NHL All-Star Game.

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