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New York Knicks

NOVAS CARAS E NOVOS PLANOS

O New York Knicks deu o tiro certeiro ao selecionar RJ Barrett no Draft. E para a free agency, uma possível mudança nos planos. Mas sem loucuras

HEY, KNICKERBOCKERS! Dono da terceira escolha geral no Draft, o New York Knicks acabou indo no óbvio. Apesar dos workouts realizados em cima da hora com Darius Garland e Coby White, os Knicks escolheram o melhor prospecto disponível para o momento.

O ala-armador RJ Barrett é a mais nova cara em Nova York, e ele chega para uma das posições mais carentes do elenco. Apenas Damyean Dotson e Allonzo Trier (após os nova iorquinos exercerem a team option) jogam na posição 2, sendo que RJ ainda pode atuar como ala. O outro escolhido da noite foi o ala Ignas Brazdeikis, uma boa aposta para o perímetro.

Como nem tudo são flores no Central Park, os planos dos Knicks para a free agency toma outros rumos após a grave lesão de Kevin Durant nas finais da NBA (obrigado, Golden State Warriors). O ala ainda não é carta fora do baralho, mas sua vinda se torna uma incógnita uma vez que perderá toda a próxima temporada.

SEM SURPRESAS

Já sem Zion Williamson e Ja Morant na mesa, os Knicks selecionaram Barrett e confirmaram as tendências dos vários mocks. Diferentemente de Kristaps Porzingis e Kevin Knox (este em menor escala), o nome de Barrett foi anunciado sob aplausos e euforia dos torcedores presentes.

RJ “Maple Mamba” Barrett foi draftado na terceira escolha geral, para surpresa de ninguém – Foto via Getty Images

Euforia esta que é mútua: RJ queria ser um Knick. O prospecto de Duke sempre deixou claro sua preferência pelo azul e laranja, inclusive seu único workout foi com os Knicks.

Na entrevista pós-seleção, ele ratificou seu posicionamento:

“Estou honrado e agradecido pela chance que os Knicks estão me dando. Estou muito feliz em ser um Knick, mal posso esperar para jogar no Madison Square Garden.”

Sobre ser ovacionado pelos knickerbockers:

“Foi muito bacana. Fico contente em saber que a cidade me queria assim como eu queria estar aqui em NYC”

Barrett, que tem o apelido de “Maple Mamba”, explicou o motivo da alcunha:

“É pelo fato de eu ser canadense (de Toronto) e por ter uma mentalidade vencedora (como Kobe Bryant)”

Barrett é um ala-armador que pode revezar na posição de ala. Apesar de seu tamanho (2,01m) ele mostrou ser bom reboteiro, além de ter rapidez e agressividade nas infiltrações. Peca porém pelo fraco aproveitamento nos arremessos de longa distância, algo que deve ser aprimorado ao longo da temporada.

Atuando por Michigan, Brazdeikis liderou a equipe em pontos na temporada e foi o Freshman do Ano – foto via Gregory Shamus/Getty Images

No segundo round, os Knicks trocaram sua única escolha (a 55ª) pela 47ª com o Sacramento Kings. E com ela selecionaram Brazdeikis. O ala de Michigan apesar do nome é nascido também no Canadá. Trata-se de uma aquisição interessante, pois ele tem bom desempenho no perímetro. Iggy foi eleito o Freshman do Ano da Big Ten (conferência onde joga Michigan), e liderou sua equipe em pontos.

SEM LOUCURAS

Após a grave lesão de Durant, que pode mudar todo o rumo dos Knicks, o GM Scott Perry mostrou sensatez. Ele deixou bem claro que apenas três jogadores são merecedores de um contrato máximo: Kawhi Leonard, Kyrie Irving e KD.

Durant, o mais provável, terá seu quadro médico analisado pelo front office e pela equipe médica a fim de ver a viabilidade da vinda do astro.

Terry Rozier parece cada vez mais próximo dos Knicks – Foto via Omar Rawlings/Getty Images

Caso nenhum dos citados assine, a estratégia adotada é a de oferecer contratos curtos mas de alto valor. Os nomes de Terry Rozier, Julius Randle e DeMarcus Cousins foram ventilados, sendo o de Rozier com interesse mútuo.

Uma situação que reafirma o que todo torcedor espera: sem loucuras contratuais. Algo inimaginável em um passado não muito distante…

#KnicksDaMassa #NYK #OnceAKnickAlwaysAKnick #NewYorkForever

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Diego Diaz

Fã de Heavy Metal que acha que o Testament deveria estar no Big Four e Dio melhor que Ozzy, torce/sofre com Lakers, Knicks, NY Rangers e São Paulo FC. Considera que Phil Jackson foi melhor técnico do que GM e Pat Riley o inverso enquanto Henrik Lundqvist é o maior jogador da história dos Rangers.

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